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O Xbox 360, o console mais completo do mercado, no Brasil e custa R$ 3 mil
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Há precisamente um ano, a Microsoft lançou, nos Estados Unidos, um console de games que prometia uma revolução. O Xbox 360 teria uma tarefa árdua: vender mais que o PlayStation, da Sony, marca líder há quase uma década no mercado. Seria a segunda tentativa da gigante do software - a primeira encarnação do Xbox vendeu bem, mas o balanço final deixou prejuízo de U$$ 1 bilhão. Para isso, a Microsoft reuniu os melhores designers do mundo, no intuito de fazer o console perfeito. O "360" do nome vem da idéia de que a máquina interage com o que está ao redor. Equipada com wi-fi, a caixinha se comunica com o PC e redes sem fio. Pode acessar a internet, tocar MP3, DVDs ou filmes digitalizados. Também serve para jogar, é claro. Os games, muito além do realismo gráfico (vê-los rodando numa TV de alta definição é como pôr o primeiro par de óculos depois de conviver com a miopia), fazem cálculos em tempo real para os movimentos de cada elemento na tela. Os milhares de folhas de uma árvore, por exemplo, utilizam os processadores para mover-se caoticamente. O Xbox 360, que chega agora ao Brasil pelo preço de R$ 2.999,00, vendeu 5 milhões de unidades no mundo nos seis primeiros meses do lançamento. A empresa espera que o lançamento reacenda o comércio de consoles, como ocorreu no México. "O mercado brasileiro hoje é parecido com o mexicano há quatro anos", diz Luiz Paredes, gerente de marketing da MS para a América Latina. "A pirataria, o mercado cinza e um desapego pelo produto original afastaram as empresas do negócio dos consoles". A iniciativa de lançar no México a primeira versão do Xbox foi tão positiva que reergueu o mercado. Ocorrerá o mesmo no Brasil? Tudo vai depender das vendas do Xbox 360.
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